Uma dança dos corpos fílmicos
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Date
Type
Dossiê
Classfication
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Authors
Journal Title
ETD - Educação Temática Digital
Journal ISSN
1676-2592
Page(s)/e-location
835-856
Language
pt
Source
Source
Campinas, SP
18
4
out./dez.
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Collections
Abstract
This essay aims to accomplish a transversal analysis with a post-structuralist approach. We invoke as intercessors, thinkers such as Gilles Deleuze, Giorgio Agamben, Ana Francisca de Azevedo, filmmakers, technicians and projectionists, the latter, a case study that links our reflections, producing kind of whipping knot in the wires pulled. We develop a reflection about bodies as films and films as bodies. We take into account that the movement of our thoughts, can act similarly to movie projectors, providing images in time, at our lives "screens"; there is a process accuring, a replacement of photochemical film, as standard film format, to pixels; celluloid and its assemblages are being replaced by digital cinema, which demands and produces bodies with other paths, plowing through new possible fields in relation to audiovisual works because digital images beeing binary photographic points, can be copied and modified "ad infinitum", unsealing aesthetic possibilities; in its turn, experiments of the “ways to do” related to film constitute as singular experiences that run along other lines. This is an important discussion nowadays, considering that the technological transition has deterritorialized the knowledge related of doing cinema with photochemical film and, in other hand, that our interpersonal relations have been increasingly mediated by images-projected on screens andtheir production via pixel-body, in various devices.
Este ensayo tiene como objetivo tejer líneas transversales con una perspectiva post-estructuralista. Invocamos como intercesores, pensadores como Gilles Deleuze, Giorgio Agamben, Ana Francisca de Azevedo; realizadores, técnicos y proyectistas, estos últimos, un estudio de caso que une nuestros pesos, produciendo especie de falcaceadura en los hilos que tiramos. Desarrollamos una reflexión sobre los cuerpos como soportes y los soportes comocuerpos. Tenemos en cuenta que: los movimientos de nuestro pensamiento, pueden actuar de manera similar a los proyectores cinematográficos, disponendo imágenes en tiempo, en las "pantallas" de nuestras vidas; hay un proceso en marcha para sustituir el soporte estándar cinematográfico, da película fotoquímica apíxeles; películas y sus ensamblajes están siendo reemplazados por el cine digital, que demanda y produce cuerpos con otros caminos, arando través de nuevos campos de posibles en relación a las obras audiovisuales porque las imágenes digitales porque son puntos fotográficos binarios pueden ser copiados y modificados "ad infinitum" descerrando posibilidades estéticas; experimentaciónes de las formas hacer en relación con la película constituyen experiencias únicas que se ejecutan a lo largo de otras líneas. Esta es una discusión importante hoy en día, teniendo en cuenta que la transición tecnológica ha desterritorializado los conocimientos relacionados con las formas de hacer con la película fotoquímica y que nuestras relaciones interpersonales han sido cada vez más mediadas por imágenes, proyectadas en las pantallas y su producción través de los cuerpos-píxelen varios dispositivos.
Este ensaio visa tecer linhas transversalmente, com uma perspectiva pós-estruturalista. Evocamos como intercessores, pensadores como Gilles Deleuze, Giorgio Agamben, Ana Francisca de Azevedo; cineastas, técnicos e projecionistas, tendo nestes últimos, um estudo de caso que enlaça nossas ponderações, produzindo espécie de falcaça nos fios que puxamos. Desenvolvemos uma reflexão sobre os corpos como suportes e sobre os suportes como corpos. Levamos em conta que: os movimentos de nosso pensamento, podem atuar de modo semelhante aos projetores cinematográficos, dispondo imagens no tempo, nas "telas" de nossas vidas; há um processo em curso de substituição do suporte padrão cinematográfico, do filme fotoquímico para os pixels; películas e seus agenciamentos estão sendo substituídos pelo cinema digital, que demanda e produz corpos com outras trajetórias, singrando novos campos de possíveis no que tange às produções audiovisuais, pois as imagens digitais por se tratarem de pontos fotográficos binários podem ser copiadas e modificadas “ad infinitum”, descerrando possibilidades estéticas; por sua volta, experimentações dos modos de fazer relacionados à película constituem-se como experiências singulares, que percorrem outras linhas. Esta é uma discussão de vulto na contemporaneidade, tendo em vista que a transição tecnológica tem desterritorializado os saberes relacionados ao fazeres cinematográficos com película fotoquímica e, noutro turno, que nossas relações interpessoais têm sido cada vez mais mediadas por imagens-projetadas em telas e sua produção via corpos-pixel, em variados dispositivos.
Este ensayo tiene como objetivo tejer líneas transversales con una perspectiva post-estructuralista. Invocamos como intercesores, pensadores como Gilles Deleuze, Giorgio Agamben, Ana Francisca de Azevedo; realizadores, técnicos y proyectistas, estos últimos, un estudio de caso que une nuestros pesos, produciendo especie de falcaceadura en los hilos que tiramos. Desarrollamos una reflexión sobre los cuerpos como soportes y los soportes comocuerpos. Tenemos en cuenta que: los movimientos de nuestro pensamiento, pueden actuar de manera similar a los proyectores cinematográficos, disponendo imágenes en tiempo, en las "pantallas" de nuestras vidas; hay un proceso en marcha para sustituir el soporte estándar cinematográfico, da película fotoquímica apíxeles; películas y sus ensamblajes están siendo reemplazados por el cine digital, que demanda y produce cuerpos con otros caminos, arando través de nuevos campos de posibles en relación a las obras audiovisuales porque las imágenes digitales porque son puntos fotográficos binarios pueden ser copiados y modificados "ad infinitum" descerrando posibilidades estéticas; experimentaciónes de las formas hacer en relación con la película constituyen experiencias únicas que se ejecutan a lo largo de otras líneas. Esta es una discusión importante hoy en día, teniendo en cuenta que la transición tecnológica ha desterritorializado los conocimientos relacionados con las formas de hacer con la película fotoquímica y que nuestras relaciones interpersonales han sido cada vez más mediadas por imágenes, proyectadas en las pantallas y su producción través de los cuerpos-píxelen varios dispositivos.
Este ensaio visa tecer linhas transversalmente, com uma perspectiva pós-estruturalista. Evocamos como intercessores, pensadores como Gilles Deleuze, Giorgio Agamben, Ana Francisca de Azevedo; cineastas, técnicos e projecionistas, tendo nestes últimos, um estudo de caso que enlaça nossas ponderações, produzindo espécie de falcaça nos fios que puxamos. Desenvolvemos uma reflexão sobre os corpos como suportes e sobre os suportes como corpos. Levamos em conta que: os movimentos de nosso pensamento, podem atuar de modo semelhante aos projetores cinematográficos, dispondo imagens no tempo, nas "telas" de nossas vidas; há um processo em curso de substituição do suporte padrão cinematográfico, do filme fotoquímico para os pixels; películas e seus agenciamentos estão sendo substituídos pelo cinema digital, que demanda e produz corpos com outras trajetórias, singrando novos campos de possíveis no que tange às produções audiovisuais, pois as imagens digitais por se tratarem de pontos fotográficos binários podem ser copiadas e modificadas “ad infinitum”, descerrando possibilidades estéticas; por sua volta, experimentações dos modos de fazer relacionados à película constituem-se como experiências singulares, que percorrem outras linhas. Esta é uma discussão de vulto na contemporaneidade, tendo em vista que a transição tecnológica tem desterritorializado os saberes relacionados ao fazeres cinematográficos com película fotoquímica e, noutro turno, que nossas relações interpessoais têm sido cada vez mais mediadas por imagens-projetadas em telas e sua produção via corpos-pixel, em variados dispositivos.
Description
Keywords
Cinema, Body, Subjectivity, Cine, Cuerpo, Subjetividade, Cinema, Corpo, Subjetividade
Citation
GONÇALVES, Ingrid Rodrigues. Uma dança dos corpos fílmicos. ETD - Educação Temática Digital , Campinas, SP, v.18, n. 4, p. 835-856, out./dez. 2016. https://doi.org/10.20396/etd.v18i4.8646440. Disponível em: https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/etd/article/view/8646440. Acesso: 2021-07-26
