Quem ainda ri da bicha preta, efeminada e pobre? : funk, (re)conhecimento e direitos LGBT em tempos de pânico moral

dc.creatorDUQUE, Tiago
dc.creator.orcidhttps://orcid.org/0000-0003-1831-0915
dc.date.accessioned2021-07-07T19:04:59Z
dc.date.accessioned2023-08-04T14:34:55Z
dc.date.available2021-07-07T19:04:59Z
dc.date.available2023-08-04T14:34:55Z
dc.date.issued2019
dc.description.abstractThis article discusses the idea of recognition through the image of the black ‘bicha’, effeminated and poor, to think about the issue of LGBT rights in the contemporary context. This is done from the critical reactions of LGBT and non-LGBT in front of the music video ‘Me solta’ by funk singer Nego do Borel. The clip of the aforementioned music is understood in this reflection as a cultural artifact produced and reproducing relations of power and subjectivities that, through the laughable image of a figure quite widespread in the national media, teaches how much the question of recognition has been different in relation to decades ago. The methodology used is the ‘etnografia de tela’, that is, the one that uses techniques of ethnography associated with strategies of analysis of images and films. The theoretical reflection is demarcated mainly by post-critical authors (Feminisms, queers, post-colonial and decolonial). It concludes, among other points, that one needs to think, in times of moral panic and greater claim of LGBT rights, the stigma and fields of intelligibilities in the face of new experiences of recognition and identification, LGBT and non-LGBT, even through the discourses of non-representactivities.en_US
dc.description.abstractEste artículo aborda la idea de reconocimiento a través de la imagen del queer negro, afeminado y pobre, para reflexionar sobre el tema de los derechos LGBT en el contexto contemporáneo. Esto se hace a partir de las reacciones críticas de LGBT y no LGBT en frente del video musical "Me solta" por el cantante de funk nego do Borel. El clip de la mencionada música se entiende en esta reflexión como un artefacto cultural producido y (re) productor de relaciones de poder y subjetividades que, a través de la imagen riable de una figura ampliamente difundida en los medios de comunicación nacionales, enseña lo mucho que el tema del reconocimiento ha sido diferente en relación con hace décadas. La metodología utilizada es la ‘Etnografia de tela’, es decir, la que utiliza técnicas de etnografía asociadas a estrategias de análisis de imágenes y películas.La reflexión teórica es delimitada principalmente por autores post-críticos (feminismos, queer, post-coloniales y decoloniales).Concluye, entre otros puntos, que uno necesita pensar, en tiempos de pánico moral y mayor reivindicación de los derechos LGBT, el estigma y los campos de la inteligibilidad frente a nuevas experiencias de reconocimiento e identificación, LGBT y no LGBT, incluso a través de discursos de no representactividad.es_ES
dc.description.abstractEsse artigo discute a ideia de reconhecimento através da imagem da bicha preta, efeminada e pobre, para pensar a questão dos direitos LGBT no contexto contemporâneo. Isso é feito a partir das reações críticas de LGBT e não LGBT diante do clipe da música “Me Solta”, do cantor de funk Nego do Borel. O clipe da referida música é entendido nessa reflexão como um artefato cultural produzido e (re)produtor de relações de poder e subjetividades que, via a imagem risível de uma figura bastante difundida na mídia nacional, ensina o quanto a questão do reconhecimento tem sido diferente em relação há décadas atrás. A metodologia empregada é a “etnografia de tela”, isto é, aquela que utiliza técnicas da etnografia associadas a estratégias de análises de imagens e filmes. A reflexão teórica é demarcada, principalmente, por autoras/es pós-críticos (feminismos, queers, pós-coloniais e decoloniais). Conclui-se, entre outros pontos, que precisa-se pensar, em tempos de pânico moral e de maior reivindicação dos direitos LGBT, o estigma e os campos de inteligibilidades diante das novas experiências de reconhecimento e identificação, dos LGBT e não LGBT, mesmo via os discursos de não representatividades.pt_BR
dc.fonte.cidadeCampinas, SP
dc.fonte.mesout./dez.
dc.fonte.numero4
dc.fonte.volume21
dc.format.medium889-907
dc.identifier.citationDUQUE, Tiago. Quem ainda ri da bicha preta, efeminada e pobre? : funk, (re)conhecimento e direitos LGBT em tempos de pânico moral. ETD - Educação Temática Digital , Campinas, SP, v.21, n. 4, p. 889-907, out./dez. 2019. https://doi.org/10.20396/etd.v21i4.8654808. Disponível em: https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/etd/article/view/8654808. Acesso: 2021-07-07
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.20396/etd.v21i4.8654808
dc.identifier.issn1676-2592
dc.identifier.urihttps://edubase.sbu.unicamp.br/handle/EDUBASE/1713
dc.identifier.urlhttps://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/etd/article/view/8654808
dc.languageptpt_BR
dc.subjectCulturalartifacten_US
dc.subjectRecognitionen_US
dc.subjectLGBT rightsen_US
dc.subjectFunken_US
dc.subjectArtefacto culturales_ES
dc.subjectReconocimientoes_ES
dc.subjectDerechos LGBTes_ES
dc.subjectFunkes_ES
dc.subjectArtefato culturalpt_BR
dc.subjectReconhecimentopt_BR
dc.subjectDireitos LGBTpt_BR
dc.subjectFunkpt_BR
dc.subject.classificationNível teórico
dc.terms.titleETD - Educação Temática Digital
dc.titleQuem ainda ri da bicha preta, efeminada e pobre? : funk, (re)conhecimento e direitos LGBT em tempos de pânico moral
dc.typeDossiê

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