Microscopias biotextuais em aula: proposições perecquianas

dc.creatorMÁXIMO, Lamela Adó
dc.creator.orcidhttp://orcid.org/0000-0002-7643-1785
dc.date.accessioned2023-06-30T20:54:34Z
dc.date.accessioned2023-08-03T20:38:06Z
dc.date.available2023-06-30T20:54:34Z
dc.date.available2023-08-03T20:38:06Z
dc.date.issued2022
dc.description.abstractPropõe-se pensar a sala de aula como um espaço de convívio e estudo que vive em frequente tensão. A sala de aula é prefigurada como um espaço de ação que insiste como uma prática cotidiana, mas, por ser habitual, acaba sendo um lugar disposto a dispersão. Nossa intenção é afirmar essa dispersão — no uso desse espaço — como uma abertura para as interrupções e, com isso, provocar que as leituras curriculares possam se tornar agentes da invenção de um biotetexto, pessoal e coletivo, que se tece hipertextualmente. Para isso, apresentamos a poética de Georges Perec como uma maneira de utilizar a sala de aula.pt_BR
dc.description.abstractIn this study, we regard the classroom as a living and studying space which is often under tension. As a habitual space for actions which have persisted as daily practices, the classroom has become a place prone to dispersion. We aim to evince that such dispersion in the use of that place opens up a possibility for interruptions, thus enabling curricular readings to become agents in the invention of a personal and collective bio-text which is hypertextually intertwined. To do that, we show George Perec’s poetics as a means to use the classroom.en_US
dc.description.abstractEn este artículo se propone pensar el aula como un espacio de convivio y de estudio que vive en frecuentes tensiones. El aula es prefigurada como un espacio de actuación que insiste como práctica cotidiana, pero por habitual resulta como un sitio dispuesto a la dispersión. Nuestro intento es el de afirmar esa dispersión —en el uso de ese espacio— como una apertura a las interrupciones y, con eso, provocar que las lecturas curriculares sean agentes para la invención de un biotexto, personal y colectivo, que se hilvane hipertextualmente. Para eso presentamos la poética de Georges Perec como un modo de usar el aula.es_ES
dc.fonte.cidadeCampinas, SP
dc.fonte.mesJunho
dc.fonte.volume33
dc.format.mediume20200056ES
dc.identifier.citationMÁXIMO, Lamela Adó. Microscopias biotextuais em aula: proposições perecquianas. Pro-Posições, Campinas, SP, v. 33, p. e20200056ES, Junho. 2022. https://doi.org/10.1590/1980-6248-2020-0056ES. Disponível em: https://www.scielo.br/j/pp/a/NGXPpX37V4LwbhQGvHKS4qR/?lang=es. Acesso em: 2023-06-30
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.1590/1980-6248-2020-0056ES
dc.identifier.issn1980-6248
dc.identifier.urihttps://edubase.sbu.unicamp.br/handle/EDUBASE/9424
dc.identifier.urlhttps://www.scielo.br/j/pp/a/NGXPpX37V4LwbhQGvHKS4qR/?lang=es
dc.languageeses_ES
dc.subjectGeorges Perecpt_BR
dc.subjectSala de aulapt_BR
dc.subjectLeiturapt_BR
dc.subjectGeorges Perecen_US
dc.subjectClassroomen_US
dc.subjectReadingen_US
dc.subjectGeorges Pereces_ES
dc.subjectAulaes_ES
dc.subjectLecturaes_ES
dc.subject.classificationNível técnico
dc.terms.titlePro-Posições
dc.titleMicroscopias biotextuais em aula: proposições perecquianas
dc.typeArtigos

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