O direito a olhar
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Date
Type
Dossiê
Classfication
Date
Authors
Journal Title
ETD - Educação Temática Digital
Journal ISSN
1676-2592
Page(s)/e-location
745-768
Language
pt
Source
Source
Campinas, SP
18
4
out./dez.
18
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out./dez.
Collections
Abstract
This essay is drawn from the my book “The Right to Look: A Counterhistory of Visuality”. It was first composed as a presentation for the Visual Culture Conference at the University of Westminster, organized by Marq Smith and Jo Morra in 2010, in which I developed a comparative decolonial framework for visual culture studies, the field that he helped to create and shape. Considering modernity as an ongoing contest between visuality and counter visuality (“the right to look”), I explained how visuality sutures authority to power and renders the association natural. An early-nineteenth-century concept, meaning the visualization of history, visuality has been central to the legitimization of Western hegemony. I identified three “complexes of visuality”: 1. the slavery in the plantations; 2. The imperialism; and 3. the present-day military-industrial complex. I explains how, within each, power is made to seem self-evident through techniques of classification, separation, and aestheticization. At the same time, I showed how each complex of visuality has been countered -by the enslaved, the colonized, and opponents of war, all of whom assert autonomy from authority by claiming the right to look.
Este ensayo fue publicado como antecipación de mi libro “El derecho a mirar: La contrahistoria de la visualidade”. Fue escrito principalmente como una presentación a la Conferencia sobre Cultura Visual en la Universidad de Westminster, organizado por Marq Smith y John Morra, en 2010. “El derecho a mirar” yo desarrollé un marco decolonial comparativo de los estudios de la cultura visual. Teniendo en cuenta la modernidad como una competición en curso entre la visualidad y contravisualidade (“El derecho a mirar”), analizo como la visualidad conecta autoridad y el poder, naturalizando la dicha conexión. La visualidad, concepto del comienzo del siglo XIX se refiere a la vizualición de la historia, y ha sido fundamental para la legitimidad de la hegemonía occidental. En este trabajo, identifico tres “complejos de visualidade”: 1. la esclavitud en las plantations; 2. El imperialismo; y 3. el complejo militar-industrial actual. Explico cómo en cada uno de éstos el poder se ha convirtido autoevidente gracias a las técnicas de clasificación, separación y estétización. Al mismo tiempo, les presento cómo cada complejo de visualidad se ha combatido: por esclavos por colonizados, y por oponentes de la guerra, que proclaman su autonomía de la autoridad, reclamando el derecho a mirar.
Este ensaio foi publicado como prévia do meu livro “The Right to Look: A Counterhistory of Visuality”. Ele foi escrito primeiramente como apresentação para a Conferência sobre Cultura Visual na Universidade de Westminster, organizada por Marq Smith e Jo Morra em 2010. Em “O direito a olhar”, desenvolvi um quadro descolonial comparativo para os estudos de cultura visual. Considerando a modernidade como uma competição em curso entre visualidade e contravisualidade (“O direito a olhar”), apresento como a visualidade conecta autoridade e poder, naturalizando a referida conexão. A visualidade, conceito do início do século XIX, refere-se à visualização da história, e tem sido fundamental para a legitimação da hegemonia ocidental. Neste texto, identifico três “complexos de visualidade”: 1. a escravidão nas plantations; 2. o imperialismo; e 3. o atual complexo militar-industrial. Explico como em cada um desses complexos o poder é tornado auto-evidente graças à técnicas de classificação, separação e estetização. Ao mesmo tempo, apresento como cada complexo de visualidade tem sido combatido: pelos escravizados, pelos colonizados, e pelos oponentes da guerra, os quais proclamamsua autonomia da autoridade, reivindicando o direito a olhar.
Este ensayo fue publicado como antecipación de mi libro “El derecho a mirar: La contrahistoria de la visualidade”. Fue escrito principalmente como una presentación a la Conferencia sobre Cultura Visual en la Universidad de Westminster, organizado por Marq Smith y John Morra, en 2010. “El derecho a mirar” yo desarrollé un marco decolonial comparativo de los estudios de la cultura visual. Teniendo en cuenta la modernidad como una competición en curso entre la visualidad y contravisualidade (“El derecho a mirar”), analizo como la visualidad conecta autoridad y el poder, naturalizando la dicha conexión. La visualidad, concepto del comienzo del siglo XIX se refiere a la vizualición de la historia, y ha sido fundamental para la legitimidad de la hegemonía occidental. En este trabajo, identifico tres “complejos de visualidade”: 1. la esclavitud en las plantations; 2. El imperialismo; y 3. el complejo militar-industrial actual. Explico cómo en cada uno de éstos el poder se ha convirtido autoevidente gracias a las técnicas de clasificación, separación y estétización. Al mismo tiempo, les presento cómo cada complejo de visualidad se ha combatido: por esclavos por colonizados, y por oponentes de la guerra, que proclaman su autonomía de la autoridad, reclamando el derecho a mirar.
Este ensaio foi publicado como prévia do meu livro “The Right to Look: A Counterhistory of Visuality”. Ele foi escrito primeiramente como apresentação para a Conferência sobre Cultura Visual na Universidade de Westminster, organizada por Marq Smith e Jo Morra em 2010. Em “O direito a olhar”, desenvolvi um quadro descolonial comparativo para os estudos de cultura visual. Considerando a modernidade como uma competição em curso entre visualidade e contravisualidade (“O direito a olhar”), apresento como a visualidade conecta autoridade e poder, naturalizando a referida conexão. A visualidade, conceito do início do século XIX, refere-se à visualização da história, e tem sido fundamental para a legitimação da hegemonia ocidental. Neste texto, identifico três “complexos de visualidade”: 1. a escravidão nas plantations; 2. o imperialismo; e 3. o atual complexo militar-industrial. Explico como em cada um desses complexos o poder é tornado auto-evidente graças à técnicas de classificação, separação e estetização. Ao mesmo tempo, apresento como cada complexo de visualidade tem sido combatido: pelos escravizados, pelos colonizados, e pelos oponentes da guerra, os quais proclamamsua autonomia da autoridade, reivindicando o direito a olhar.
Description
Keywords
Complexes of visuality, Visual culture, Visuality, Countervisuality, Complejos de la visualidad, La cultura visual, Visualidad, Contravisualidad, Complexos de visualidade, Cultura visual, Visualidade, Contravisualidade
Citation
MIRZOEFF, Nicholas. O direito a olhar. ETD - Educação Temática Digital , Campinas, SP, v.18, n. 4, p. 745-768, out./dez. 2016. https://doi.org/10.20396/etd.v18i4.8646472. Disponível em: https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/etd/article/view/8646472. Acesso: 2021-07-26
