A terapia comunitária entre a morte, o morrer e o processo de luto

dc.creatorHORTA, Ana Lucia de Moraes
dc.creatorDASPETT, Celina
dc.creator.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-9320-7531
dc.date.accessioned2021-07-14T20:37:43Z
dc.date.accessioned2023-08-04T13:50:39Z
dc.date.available2021-07-14T20:37:43Z
dc.date.available2023-08-04T13:50:39Z
dc.date.issued2012
dc.description.abstractDeath, according to common sense, is the only thing certain in life, however, is still difficult to get people talking, studying or researching about it, or is still considered taboo in many societies, may cause various emotional impacts. We will consider it under two aspects: the social death experienced by those who do not play an active role in society and develop feelings of anonymity and exclusion, and physical death in the face of its various concepts and determinants. We understand the grief process as a set of reactions that follow a significant loss, there is always a way of ending life or relationship and has several phases. This article presents the importance to bring this discussion, because we have as we approach life without regard to death, dying and bereavement in the process of life cycle. In our experience, whether as community therapists, trainers and researchers, we could perceive that this is a recurring theme in the wheels of Community Therapy and our concerns arose from questions of how much we are prepared to deal with it because there is a huge number of people who show attitudes of denial or avoidance when it comes to death. Our objective is to rescue characteristics of our culture that can help us in tackling this issue with the goal not only explain it or to understand it, but to help people cope with it in a healthier and less traumatic.en_US
dc.description.abstractLa muerte, según el sentido común, es la única certeza que tenemos en la vida, sin embargo, todavía es difícil que la gente hable, estudie o investigue sobre ella, es decir, sigue siendo considerada un tabú en muchas sociedades, y puede provocar diferentes impactos emocionales. Lo consideraremos bajo dos vertientes: la muerte social que experimentan todos aquellos que no juegan un papel activo en la sociedad y que desarrollan sentimientos de anonimato y exclusión, y la muerte física ante sus diversas concepciones y determinantes. Entendemos el proceso de duelo como un conjunto de reacciones que siguen a una pérdida significativa, surgen cada vez que termina una forma de vida o relación, y tienen diferentes fases. Este artículo presenta la importancia de llevar este tema a debate, ya que no podemos abordar la vida sin considerar la muerte, el morir y el duelo en el proceso del ciclo vital. En nuestra experiencia, ya sea como terapeutas comunitarios, formadores o investigadores, pudimos ver que este es un tema recurrente en los círculos de la TC y nuestras preocupaciones surgieron del cuestionamiento de cuán preparados estamos para enfrentarlo, ya que todavía hay una gran cantidad de personas que demuestran actitudes de negación o evitación cuando se trata de la muerte. Nuestro objetivo es rescatar características de nuestra cultura, que nos puedan ayudar a enfrentar este tema, con el objetivo no solo de explicarlo o comprenderlo, sino de ayudar a las personas a enfrentarlo de una manera sana y menos traumática.es_ES
dc.description.abstractA morte, de acordo com o senso comum, é a única certeza que temos na vida, entretanto, é ainda difícil para as pessoas falarem, estudarem ou pesquisarem a respeito dela, ou seja, continua sendo considerada um tabu em várias sociedades, podendo causar impactos emocionais diversos. Iremos considerá-la sob dois aspectos: a morte social vivenciada por todos os que não desempenham um papel ativo na sociedade e que desenvolvem sentimentos de anonimato e exclusão, e a morte física frente às suas diversas concepções e determinantes. Entendemos o processo de luto como um conjunto de reações que segue uma perda significativa, surge sempre que termina uma forma de vida ou relacionamento e apresenta diversas fases. Este artigo apresenta a importância de trazermos esse tema em debate, pois não temos como abordar a vida sem considerar a morte, o morrer e o luto no processo de ciclo vital. Na nossa experiência, seja como terapeutas comunitárias, formadoras ou pesquisadoras, pudemos perceber que este é um tema recorrente nas rodas de TC e nossas inquietações surgiram dos questionamentos do quanto estamos preparados para lidar com ele, pois ainda é grande o número de pessoas que demonstram atitudes de negação ou evitação quando o assunto é morte. Nosso objetivo é resgatar características próprias de nossa cultura, que podem nos auxiliar no enfrentamento dessa questão tendo como meta não apenas explicá-la ou entendê-la, mas ajudar as pessoas a enfrentá-la de modo saudável e menos traumático.pt_BR
dc.fonte.cidadeAraraquara
dc.fonte.volume8
dc.format.medium69-84
dc.identifier.citationHORTA, Ana Lucia de Moraes; DASPETT, Celina. A terapia comunitária entre a morte, o morrer e o processo de luto. Temas em Educação e Saúde , Araraquara, v.8, p. 69-84. 2012. https://doi.org/10.26673/tes.v8i0.9569. Disponível em: http://seer.fclar.unesp.br/tes/article/view/9569/6330. Acesso: 2021-07-14
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.26673/tes.v8i0.9569
dc.identifier.issn2526-3471
dc.identifier.urihttps://edubase.sbu.unicamp.br/handle/EDUBASE/2069
dc.identifier.urlhttp://seer.fclar.unesp.br/tes/article/view/9569/6330
dc.languageptpt_BR
dc.subjectDeathen_US
dc.subjectSocial deathen_US
dc.subjectGriefen_US
dc.subjectCommunity therapyen_US
dc.subjectMuertees_ES
dc.subjectMuerte sociales_ES
dc.subjectDueloes_ES
dc.subjectTerapia comunitariaes_ES
dc.subjectMortept_BR
dc.subjectMorte socialpt_BR
dc.subjectLutopt_BR
dc.subjectTerapia comunitáriapt_BR
dc.subject.classificationNível técnico
dc.terms.titleTemas em Educação e Saúde
dc.titleA terapia comunitária entre a morte, o morrer e o processo de luto
dc.typeArtigo

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