Cala boca menino! O menino não cala, resiste

dc.creatorLARCHERT, Jeanes Martins
dc.creator.orcidhttp://orcid.org/0000-0002-2232-9646
dc.date.accessioned2021-07-26T18:02:37Z
dc.date.accessioned2023-08-04T14:38:01Z
dc.date.available2021-07-26T18:02:37Z
dc.date.available2023-08-04T14:38:01Z
dc.date.issued2017
dc.description.abstractThe present theoretical essay presents the debate on the educational political resistance waged from the movement that imposed the occupation in several public Universities and Schools of High School throughout the country. Occupy enters the national educational political debate as a struggle against the anti-populist decisions of the current post-impeachment / 2016 government, problematizing the experience of young students struggling for democracy in the country and for a public education that respects diversity and is built with the Popular groups. In the theoretical field we discuss resistance based on Freire's (1992) conscientious education, the epistemology of southern Santos (2005) and the exteriorization of Dussel (1997). Guided by an interpretation of society in its postcolonial phase, the text situates the Occupy movement as a resistance strategy that suffers situations of oppression through physical and ideological violence, but which was not strong enough to extinguish the hope of students who continue to To demonstrate to all society the explicit proposals of resistance: it is in the negotiation and in the conflict that the Occupy movement was taking shape and educational political content.en_US
dc.description.abstractEste ensayo teórico presenta el debate sobre la resistencia a la política educativa llevada a cabo a partir del movimiento que impone la ocupación en varias universidades y escuelas públicas de secundaria en todo el país. La posición en cuclillas entra en el debate nacional la política educativa como contraria a luchar contra las decisiones populistas contra de la corriente de gobierno post-juicio político / 2016 cuestionando la experiencia de los jóvenes de los estudiantes que luchan por la democracia en el país y una educación pública que respete la diversidad y se construye con grupos populares. En teoría discutida con la resistencia basada en la educación de la conciencia de Freire (1992), la epistemología del sur de Santos (2005) y la externalización de Dussel (1997). Guiados por una sociedad de la interpretación en su fase post-colonial, el texto coloca el movimiento de la ocupación como una estrategia de resistencia que sufren situaciones de opresión por medio de la violencia física e ideológica, pero no fue lo suficientemente fuerte comopara extinguir la esperanza de los estudiantes que continúan mostrar para la propuestas de la sociedad enteros resistencia explícita: se encuentra en la negociación y el conflicto que el movimiento de la ocupación fue tomando forma y contenido político educativo.es_ES
dc.description.abstractO presente ensaio teórico apresenta o debate sobre a resistência política educacional travada a partir do movimento que impôs a ocupação em diversas Universidades públicas e Escolas do Ensino Médio por todo país. O Ocupa entra no debate político educacional nacional como luta contrária as decisões anti populistas do atual governo pós-impeachment/2016, problematizando a experiência de jovens estudantes que lutam pela democracia no país e por uma educação pública que respeite a diversidade e seja construída com os grupos populares. No campo teórico discutimos a resistência tendo como base a educação conscientizadora de Freire (1992), a epistemologia do sul de Santos (2005 ) e a exteriorização de Dussel (1997). Orientado por uma interpretação de sociedade na sua fase pós-colonial, o texto situa o movimento Ocupa como estratégia de resistência que sofre situações de opressão através da violência física e ideológica, mas que não foi suficientemente forte para extinguir a esperança dos estudantes que continuam a demonstrarem para toda sociedade as propostas explicitadas de resistência: é na negociação e no conflito que o movimento Ocupa foi tomando forma e conteúdo político educacional.pt_BR
dc.fonte.cidadeCampinas, SP
dc.fonte.mesjan./mar.
dc.fonte.numeron. esp.
dc.fonte.volume19
dc.format.medium9-22
dc.identifier.citationLARCHERT, Jeanes Martins. Cala boca menino! O menino não cala, resiste. ETD - Educação Temática Digital , Campinas, SP, v.19, n. n. esp., p. 9-22, jan./mar. 2017. https://doi.org/10.20396/etd.v19i0.8647837. Disponível em: https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/etd/article/view/8647837. Acesso: 2021-07-26
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.20396/etd.v19i0.8647837
dc.identifier.issn1676-2592
dc.identifier.urihttps://edubase.sbu.unicamp.br/handle/EDUBASE/2912
dc.identifier.urlhttps://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/etd/article/view/8647837
dc.languageptpt_BR
dc.subjectResistanceen_US
dc.subjectEducational processesen_US
dc.subjectPublic educationen_US
dc.subjectResistenciaes_ES
dc.subjectLos procesos educativoses_ES
dc.subjectLa educación públicaes_ES
dc.subjectResistênciapt_BR
dc.subjectProcessos educativospt_BR
dc.subjectEducação públicapt_BR
dc.subject.classificationNível teórico
dc.terms.titleETD - Educação Temática Digital
dc.titleCala boca menino! O menino não cala, resiste
dc.typeDossiê

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