Meu/nosso corpo estranho, o que temos é dele/nele que somos: cultura, bios, educação

dc.creatorFARIA, Juliano Ribeiro
dc.creatorBESSA-OLIVEIRA, Marcos Antônio
dc.creator.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-5955-7191
dc.creator.orcidhttp://orcid.org/0000-0002-4783-7903
dc.date.accessioned2024-05-09T16:32:56Z
dc.date.available2024-05-09T16:32:56Z
dc.date.issued2019
dc.description.abstractConstruo esta pesquisa para dar visibilidade ao corpo estranho como produtor de arte, cultura e conhecimentos, quando esse encontra sua casa, o “seu corpo” (Bertherat, 2010), na escola. Esta se desenvolve epistemologicamente em Arte-educação descolonial a partir da condição na qual sempre fui colocado, de corpo estranho, por ser imperfeito ao modelo de corpo colonial imposto no ocidente, sempre em relação a um Outro. Continuamente, por isso, vivo sendo posto na categoria de “Ser menos”, na cultura, na vida, no aprendizado, como outros tantos corpos estranhos também vivem: ocupando o fundo da cena para deixar a coreografia em dança bonita ou as apresentações teatrais ou musicais harmônicas.pt_BR
dc.description.abstractI construct this research to give visibility to the foreign body as a producer of art, culture and knowledge, when he finds his house, “his body” (Bertherat, 2010), at school. It develops epistemologically in descolonial Art-education from the condition in which I have always been placed, of foreign body, being imperfect to the colonial body model imposed in the West, always in relation to an Other. Continually, therefore, I live being placed in the category of “Bein gless”, in culture, in life, in learning, as other foreign bodies also live: occupying the background of the scene to leave the choreography in beautiful dance or theatrical presentations or musical harmonics.en_US
dc.fonte.cidadeCampinas, SP
dc.fonte.messet.
dc.fonte.numero1
dc.fonte.volume11
dc.format.medium5–35
dc.identifier.citationFARIA, Juliano Ribeiro; BESSA-OLIVEIRA, Marcos Antônio. Meu/nosso corpo estranho, o que temos é dele/nele que somos: cultura, bios, educação. Filosofia e Educação. Campinas, SP, v. 11, n. 1, p. 5–35, set. 2019. 10.20396/rfe.v11i1.8655077. Disponível em: https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/rfe/article/view/8655077. Acesso em: 2024-05-13pt_BR
dc.identifier.doi10.20396/rfe.v11i1.8655077
dc.identifier.issn1984-9605
dc.identifier.urihttps://edubase.sbu.unicamp.br/handle/EDUBASE/10546
dc.identifier.urlhttps://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/rfe/article/view/8655077
dc.languagept
dc.languageen
dc.rights.licensehttp://creativecommons.org/licenses/by/4.0/
dc.subjectCorpo estranhopt_BR
dc.subjectEscolapt_BR
dc.subjectCulturapt_BR
dc.subjectForeign bodyen_US
dc.subjectSchoolen_US
dc.subjectCultureen_US
dc.subject.classificationNível epistemológico
dc.terms.titleFilosofia e Educação
dc.titleMeu/nosso corpo estranho, o que temos é dele/nele que somos: cultura, bios, educação
dc.typeDossiê

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