Políticas públicas de educación afrocolombiana: el arte de escamotear el derecho de los pueblos

dc.creatorRINCÓN, Jorge Enrique García
dc.creator.orcidhttps://orcid.org/0000-0003-4682-2125
dc.date.accessioned2022-04-04T18:15:46Z
dc.date.accessioned2023-08-04T13:56:17Z
dc.date.available2022-04-04T18:15:46Z
dc.date.available2023-08-04T13:56:17Z
dc.date.issued2019
dc.description.abstractO artigo se ocupa em descrever os momentos em que o Estado colombiano legislou para as populações de ascendência africana, principalmente no que diz respeito aos direitos educativos. Também mostrará que as leis específicas para estas comunidades, de modo contraditório, não gozam de uma estratégia de promoção por parte do Estado. Ao contrário, foram naturalizadas em um duplo jogo de inclusão-negação, isto é, o direito dos negros é parte da normativa, mas não é aplicado na prática. Postulamos aqui que a inclusão das comunidades afrodescendentes às políticas educativas do Estado corresponde a uma estratégia de desmobilização e a uma tentativa de encerramento dos processos reivindicativos. Não obstante, apesar da visão colonial e racista que marca de forma permanente o desempenho das elites colombianas, desde o século XIX emergem grupos de intelectuais negros que conseguiram influenciar de maneira significativa os processos de reivindicação de uma educação destinada a revitalizar as construções sociais, políticas e culturais dos afrocolombianos. A abertura à diversidade cultural da Constituição política de 1991 é lida aqui como estratégia do multiculturalismo de Estado.pt_BR
dc.description.abstractThe article deals with describing the moments in which the Colombian State has legislated for the peoples of African ancestry, especially in the matter of educational rights. It will also show that the specific laws for these communities in a contradictory manner do not enjoy a promotion strategy on the part of the State and on the contrary have been naturalized in a double game of inclusion-denial, that is, the right of blacks is part of the normativity but it does not apply in practice. It is postulated here that the inclusion of the Afro communities to the State’s educational policies responds to a demobilization strategy and an attempt to close the protest processes. However, despite the colonial and racist vision that permanently marks the performance of Colombian elites, since the nineteenth century groups of black intellectuals have emerged that have significantly influenced the processes of claiming an education aimed at revitalizing the social, political and cultural constructions of Afro-Colombians. The opening to the cultural diversity of the 1991 Political Constitution is read here as a strategy of State multiculturalism.en_US
dc.description.abstractEl artículo se ocupa de describir los momentos en que el Estado colombiano ha legislado para los pueblos de ancestro africano, especialmente en materia de derechos educativos. También mostrará que las leyes específicas para estas comunidades de manera contradictoria no gozan de una estrategia de promoción por parte del Estado y por el contrario se han naturalizado en un doble juego de inclusión-negación, esto es, el derecho de los negros es parte de la normatividad pero no se aplica en la práctica. Se postula aquí que la inclusión de las comunidades Afro a las políticas educativas del Estado responde a una estrategia de desmovilización e intento de cierre de los procesos reivindicativos. No obstante, pese a la visión colonial y racista que marca de forma permanente el desempeño de las elites colombianas, desde el siglo XIX emergen grupos de intelectuales negros que han logrado influir de manera significativa en los procesos de reclamación de una educación enderezada a revitalizar las construcciones sociales, políticas y culturales de los afrocolombianos. La apertura a la diversidad cultural de la Constitución política de 1991 es leída aquí como estrategia del multiculturalismo de Estado.es_ES
dc.fonte.cidadeJoaçaba
dc.fonte.mesjan./abr.
dc.fonte.numero1
dc.fonte.volume44
dc.format.medium1-20
dc.identifier.citationRINCÓN, Jorge Enrique García. Políticas públicas de educación afrocolombiana: el arte de escamotear el derecho de los pueblos. Roteiro, Joaçaba, v. 44, n. 1, p. 1-20, jan/abr. 2019. https://doi.org/10.18593/r.v44i1.17645. Disponível em: https://portalperiodicos.unoesc.edu.br/roteiro/article/view/17645. Acesso em: 2022-04-04
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.18593/r.v44i1.17645
dc.identifier.issn2177-6059
dc.identifier.urihttps://edubase.sbu.unicamp.br/handle/EDUBASE/5797
dc.identifier.urlhttps://portalperiodicos.unoesc.edu.br/roteiro/article/view/17645
dc.languageeses_ES
dc.subjectDesmobilizaçãopt_BR
dc.subjectPolítica pública de educação afropt_BR
dc.subjectIntelectualidade afropt_BR
dc.subjectComunidade afronariñensept_BR
dc.subjectEducação própriapt_BR
dc.subjectMulticulturalismo de estadopt_BR
dc.subjectDemobilizationen_US
dc.subjectAfro education public politicsen_US
dc.subjectAfro intelligentsiaen_US
dc.subjectAfronariñense communityen_US
dc.subjectOwn educationen_US
dc.subjectState multiculturalismen_US
dc.subjectDesmovilizaciónes_ES
dc.subjectPolítica publica de educación afroes_ES
dc.subjectIntelectualidad afroes_ES
dc.subjectComunidad afronariñensees_ES
dc.subjectEducación propiaes_ES
dc.subjectMulticulturalismo de Estadoes_ES
dc.subject.classificationNível teórico
dc.terms.titleRoteiro
dc.titlePolíticas públicas de educación afrocolombiana: el arte de escamotear el derecho de los pueblos
dc.typeArtigo

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