Políticas públicas de educaçao afrocolombiana: a arte de escamotear o direito das populações

dc.creatorGARCÍA RINCÓN, Jorge Enrique
dc.creator.orcidhttps://orcid.org/0000-0003-4682-2125
dc.date.accessioned2021-07-02T14:49:04Z
dc.date.accessioned2023-08-04T13:57:09Z
dc.date.available2021-07-02T14:49:04Z
dc.date.available2023-08-04T13:57:09Z
dc.date.issued2019
dc.description.abstractThe article is concerned with describing the moments in which the Colombian State legislated for populations of African descent, especially with regard to educational rights. It will also show that the specific laws for these communities, in a contradictory way, do not enjoy a promotion strategy by the State. On the contrary, they were naturalized in a double game of inclusion-denial, that is, black people's rights are part of the normative, but not applied in practice. We postulate here that the inclusion of Afro-descendant communities in the State's educational policies corresponds to a strategy of demobilization and an attempt to close down claims processes. Nevertheless, despite the colonial and racist vision that permanently marks the performance of Colombian elites, groups of black intellectuals have emerged since the 19th century who have managed to significantly influence the processes of claiming an education aimed at revitalizing social and political constructions. and cultural aspects of Afro-Colombians. The opening to cultural diversity of the 1991 Political Constitution is read here as a strategy of State multiculturalism.en_US
dc.description.abstractEl artículo se ocupa de describir los momentos en los que el Estado colombiano legisló para las poblaciones afrodescendientes, especialmente en materia de derechos educativos. También mostrará que las leyes específicas para estas comunidades, de manera contradictoria, no gozan de una estrategia de promoción por parte del Estado. Por el contrario, se naturalizaron en un doble juego de inclusión-negación, es decir, los derechos de las personas negras forman parte de la normativa, pero no se aplican en la práctica. Postulamos aquí que la inclusión de las comunidades afrodescendientes en las políticas educativas del Estado corresponde a una estrategia de desmovilización y un intento de cerrar los procesos de reclamo. Sin embargo, a pesar de la visión colonial y racista que marca permanentemente el desempeño de las élites colombianas, desde el siglo XIX han surgido grupos de intelectuales negros que han logrado incidir significativamente en los procesos de reivindicación de una educación orientada a revitalizar las construcciones sociales y políticas. Y aspectos culturales. de afrocolombianos. La apertura a la diversidad cultural de la Constitución Política de 1991 se lee aquí como una estrategia de multiculturalismo de Estado.es_ES
dc.description.abstractO artigo se ocupa em descrever os momentos em que o Estado colombiano legislou para as populações de ascendência africana, principalmente no que diz respeito aos direitos educativos. Também mostrará que as leis específicas para estas comunidades, de modo contraditório, não gozam de uma estratégia de promoção por parte do Estado. Ao contrário, foram naturalizadas em um duplo jogo de inclusão-negação, isto é, o direito dos negros é parte da normativa, mas não é aplicado na prática. Postulamos aqui que a inclusão das comunidades afrodescendentes às políticas educativas do Estado corresponde a uma estratégia de desmobilização e a uma tentativa de encerramento dos processos reivindicativos. Não obstante, apesar da visão colonial e racista que marca de forma permanente o desempenho das elites colombianas, desde o século XIX emergem grupos de intelectuais negros que conseguiram influenciar de maneira significativa os processos de reivindicação de uma educação destinada a revitalizar as construções sociais, políticas e culturais dos afrocolombianos. A abertura à diversidade cultural da Constituição política de 1991 é lida aqui como estratégia do multiculturalismo de Estado.pt_BR
dc.fonte.cidadeJoaçaba
dc.fonte.mesjan./abr.
dc.fonte.numero1
dc.fonte.volume44
dc.format.medium1-20
dc.identifier.citationGARCÍA RINCÓN, Jorge Enrique. Políticas públicas de educaçao afrocolombiana: a arte de escamotear o direito das populações. Roteiro , Joaçaba, v.44, n. 1, p. 1-20, jan./abr. 2019. https://doi.org/10.18593/r.v44i1.17645. Disponível em: https://portalperiodicos.unoesc.edu.br/roteiro/article/view/17645. Acesso: 2021-07-02
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.18593/r.v44i1.17645
dc.identifier.issn2177-6059
dc.identifier.urihttps://edubase.sbu.unicamp.br/handle/EDUBASE/1561
dc.identifier.urlhttps://portalperiodicos.unoesc.edu.br/roteiro/article/view/17645
dc.languageptpt_BR
dc.subjectDemobilizationen_US
dc.subjectAfro education public policyen_US
dc.subjectAfro intellectualityen_US
dc.subjectAfronariñense communityen_US
dc.subjectSelf educationen_US
dc.subjectState multiculturalismen_US
dc.subjectDesmovilizaciónes_ES
dc.subjectPolítica pública de educación afroes_ES
dc.subjectIntelectualidad afroes_ES
dc.subjectComunidad Afronariñensees_ES
dc.subjectAutoeducaciónes_ES
dc.subjectMulticulturalismo estatales_ES
dc.subjectDesmobilizaçãopt_BR
dc.subjectPolítica pública de educação afropt_BR
dc.subjectIntelectualidade afropt_BR
dc.subjectComunidade afronariñensept_BR
dc.subjectEducação própriapt_BR
dc.subjectMulticulturalismo de Estadopt_BR
dc.subject.classificationNível teórico
dc.terms.titleRoteiro
dc.titlePolíticas públicas de educaçao afrocolombiana: a arte de escamotear o direito das populações
dc.typeTemática

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